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domingo, 16 de outubro de 2011

ONG Diálogo Florestal Discute Impactos Socioambientais No Vale Do Paraíba



O deputado Afonso Lobato (PV) é o coordenador da Frente Parlamentar de Proteção e Recuperação da Bacia do Rio Paraíba do Sul, que identificou, entre outros impactos na área, a falta de saneamento e de planejamento para o uso da água, desordenação da ocupação urbana, lixo e esgoto retidos na beira do rio e outros fatos causados por enchentes e deslizamentos na área. Ele trouxe para discutir a questão na Casa, em 14/10, os integrantes da ONG Diálogo Florestal, ligada à organização internacional Forest Dialogue. Essas entidades atuam na conservação e restauração de ambientes naturais.
Além de avaliar as atividades deste e do próximo ano, o evento reuniu empresas florestais e entidades ambientais para definir a forma mais apropriada de ocupação da área e resolver conflitos e impactos socioambientais surgidos na ocupação do Vale do Paraíba. O ponto principal da discussão foi a criação de corredores ecológicos, que, conectados por faixas contínuas ou mosaicos de atividades sustentáveis, são a base para a sobrevivência e recuperação da fauna e flora, alinhados ao atendimento das necessidades sociais, econômicas e culturais da população regional.
Segundo o secretário-executivo do Diálogo Florestal de São Paulo, Marcos Fernandes da Costa, que também integra o Instituto Eco-Solidário, os participantes do projeto trabalham no desenvolvimento socioeconômico aliado à preservação ambiental. “Hoje foram apresentados os resultados de estudo e proposta de trabalho com a finalidade de sensibilizar e conseguir, das empresas locais, o apoio financeiro para o desenvolvimento de um planejamento adequado para aquela região”, explicou.
Fonte: Assembleia Legislativa SP -  Vera Boldrini

Arte Do Vale Do Paraíba



O Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo apresenta no Palácio Boa Vista de Campos de Jordão a exposição Arte e Cultura do Vale do Paraíba Paulista.
A mostra foi inaugurada no sábado (08/10) e continuará até 29 de janeiro de 2012. São obras de arte provenientes dos palácios Boa Vista, Campos Elíseos e dos Bandeirantes, da Pinacoteca do Estado, do Museu de Arte Sacra, do Museu Redentorista e do Museu José Luiz Pasin, estes dois da cidade de Aparecida do Norte (SP). Também haverá obras raramente vistas pertencentes a coleções particulares.
A mostra trará aspectos do desenvolvimento urbanístico e arquitetônico do Vale do Paraíba por meio de fotos, objetos e obras de arte. O curador é Percival Tirapeli, professor de História da Arte Brasileira do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
A ligação de Tirapeli com a região originou o livro Arquitetura e Urbanismo no Vale do Paraíba Paulista – do colonial ao ecletismo, que será lançado em breve pela Editora Unesp.
Entre os autores com raízes no Vale do Paraíba que terão seus trabalhos expostos estão Lucílio de Albuquerque (1877-1939), Georgina de Albuquerque (1885-1962) e Clodomiro Amazonas (1883-1953), de Taubaté, José Monteiro França (1876-1944), de Pindamonhangaba, e artistas que fizeram boa parte de suas obras na cidade de Campos do Jordão: Sérgio Milliet (1898-1966), José Pancetti (1902-1958), Fulvio Pennacchi (1905-1992), Alberto da Veiga Guignard (1896-1962) e Camargo Freire (1908-1991).
A exposição está dividida em salas com nomes de artistas e intelectuais que atuaram na cultura do Vale. Inicia-se pela Sala dos Bandeirantes, com pintura do artista italiano Giovanni Oppido, em grande formato.
Na Sala Frei Galvão podem ser apreciadas peças sacras dos séculos 17, 18 e 19. A Sala José Luiz Pasin traz pesquisas históricas dos povos e ciclos econômicos da região.
Uma sala dedicada especialmente à fotografia leva o nome do pioneiro guaratinguetaense Ernesto Quissak (1891-1991), cujos 120 anos de nascimento e 20 anos da morte são lembrados neste ano. Além de seus autorretratos, há fotografias contemporâneas de diversos autores.
Na sequência, o visitante passa pelos salões Artistas Contemporâneos, Intelectuais (Sala da Biblioteca), Artistas Acadêmicos, Sala Presidente Rodrigues Alves, com o mobiliário da época, e a Sala dos Modernistas e Artistas Italianos com obras de Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Alfredo Volpi. Há, ainda, a Capela, com fragmentos barrocos provenientes de igrejas do Vale.
Mais informações: www.unesp.br

Fonte: Agência Fapesp

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Deputado Quer Debate Sobre Termelétricas No Vale Após RM


Marco Aurélio (PT) defende discussões sobre a instalação de usinas termelétricas no Vale do Paraíba somente após a mudança administrativa para Região Metropolitana. A ideia é que todos os prefeitos possam opinar sobre o assunto, já que uma termelétrica, como a que está sendo cogitada para Canas, traz impactos para outras cidades também.
O parlamentar tratou do assunto em audiência pública sobre a termelétrica de Canas, realizada na Assembleia na segunda-feira, 3/10. Na ocasião, representantes de diversas entidades ambientais manifestaram ser contrários à instalação da usina. Entre as razões apontadas pelos ambientalistas para esse posicionamento, está a liberação de material particulado nocivo na atmosfera sem ventos suficientes para sua dispersão, devido à localização do Vale do Paraíba, entre as serras do Mar e da Mantiqueira. Os ambientalistas dizem que não têm conseguido falar com a Cetesb para manifestar sua opinião e apontar os erros encontrados no EIA/Rima.
“Se a RM vai ser instalada no Vale do Paraíba, por que não deixamos esse assunto, que é de interesse de toda a região, para ser discutido pelo conselho que será formado por 39 prefeitos e 39 membros do governo do Estado?”, questionou Marco Aurélio. Para ele, o conselho deve dar um parecer sobre o tema. “Não adianta instalar a termelétrica antes de a Região Metropolitana ser instalada porque os outros municípios atingidos não poderão se manifestar.”

Fonte: Assembléia Legislativa

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Ipea: 45% Da População Adulta Da Região Metropolitana De São Paulo Veio De Fora


A região metropolitana de São Paulo tem aproximadamente 45% de sua população adulta originária de outros estados ou países, proporção só superada pelo Distrito Federal, onde 75% dos habitantes não nasceram na capital federal. Essa constatação é do estudo Perfil dos Migrantes em São Paulo, divulgado hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ao analisar a inserção social dos migrantes nacionais e estrangeiros residentes na região.
A partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os pesquisadores avaliaram questões como a origem, a ocupação, a renda e a escolaridade dessa população. O estudo traz ainda dados sobre os núcleos familiares e o acesso dos migrantes às tecnologias da informação e comunicação (TIC). A Pnad 2009 considera dez regiões metropolitanas que concentram mais de 30% da população brasileira. Na maior delas, São Paulo, residem 10% dos brasileiros.
Para analisar a inserção social dos migrantes que afluíram para os grandes centros urbanos, os pesquisadores do Ipea optaram por concentrar a análise na população de 30 a 60 anos, pois, “nessa idade, a vida profissional das pessoas tende a estar mais definida”. E foi considerando o local de nascimento dessa faixa etária da população – se dentro de determinado estado ou fora dele – que ficou evidenciado serem as regiões metropolitanas do Distrito Federal e de São Paulo os pólos com maiores contingentes de migrantes.
O estudo indica que o caso do Distrito Federal é peculiar em dois sentidos: em primeiro lugar, é uma cidade nova, criada há cerca de 50 anos para ser a sede do governo federal. Por esse motivo, houve forte incentivo migratório. Em segundo lugar, o contingente de migrantes no Distrito Federal está superestimado em relação aos das outras regiões metropolitanas porque trata-se de uma cidade-estado: quem não nasceu na cidade, também não nasceu no estado.
Nas demais regiões metropolitanas, diversamente, os migrantes intraestaduais – ou seja, aqueles que nasceram fora da região metropolitana, mas dentro do estado, não foram considerados como migrantes, devido às limitações dos dados da Pnad. Por isso, São Paulo emerge como a região metropolitana que atrai com maior intensidade pessoas de todas as regiões brasileiras, além de estrangeiros.

Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Vídeos Sobre A Região Metropolitana Do Vale Do Paraíba


Alguns vídeos sobre a Região




As Sub-Regiões Da Região Metropolitana Do Vale Do Paraíba



São 39 municípios
2,2 milhões de habitantes
16.181 quilômetros quadrados – dos quais 37% é composto por áreas de proteção ambiental

São 05 sub-regiões adminstrativas da Região do Vale do Paraíba:
Cada sub-região poderá montar um Conselho Consultivo para fiscalizar e propor sugestões ao Conselho Administrativo da Região Metropolitana do Vale, compostos por representantes da sociedade civil.
Para chegar a essa subdivisão de perfis, levou-se em conta três eixos diferentes de desenvolvimento de toda a região:
  • Estruturante – cidades ao longo da via Dutra
  • Alto Paraíba – cidades menores, com maior território de proteção ambiental
  • Litoral Norte

Sub-região “São José dos campos” (975.338 hab | 3.825 km² | PIB: 28.067,00 )
1. Caçapava (84.752 hab | 370 km² | PIB: 2.020,42 )
2. Igaratá (8.831 hab | 293 km² | PIB: 70,61  )
3. Jacareí (211.214hab | 460 km² | PIB: 4.307,48 )
4. Jambeiro (5.349 hab | 184 km² | PIB: 622,85  )
5. Monteiro Lobato (4.120 hab | 333 km² | PIB: 31,98 )
6. Paraibuna (17.388hab | 810 km² | PIB: 132,65  )
7. Santa Branca (13.763 hab | 275 km² | PIB: 20.718,59  )
8. São José dos Campos (629.921 hab | 1.100 km² | PIB: 2.020,42  )


Sub-região “Taubaté” (557.197 hab | 4.238 km² | PIB: 12.053,76 )
1. Campos do Jordão (47.789 hab | 291 km² | PIB: 491,19 )
2. Lagoinha (4.841hab | 255 km² | PIB: 43,50 )
3. Natividade da Serra (6.678hab | 833 km² | PIB: 42,84 )
4. Pindamonhangaba (146.995 hab | 730 km² | PIB: 4.049,19 )
5. Redenção da Serra (3.873 hab | 309 km² | PIB: 29,29 )
6. Santo Antonio do Pinhal (6.486 hab | 133 km² | PIB: 46,51)
7. São Bento do Sapucaí (10.468 hab | 253 km² | PIB: 75,85 )
8. São Luís do Piraitinga (10.397hab | 617 km² | PIB: 74,97 )
9. Taubaté (278.686 hab | 625 km² | PIB: 6.887,55 )
10. Tremenbé (40.984 hab | 191 km² | PIB: 312,85 )

Sub-região “Guaratinguetá” (329.061 hab | 3.388 km² | PIB: 4.031,16 )
1. Aparecida (35.007 hab | 121 km² | PIB: 373,61 )
2. Cachoeira Paulista (35.007 hab | 121 km² | PIB: 373,61 )
3. Canas (4.385 hab | 53 km² | PIB: 29,12)
4. Cunha (21.866 hab | 1.407 km² | PIB: 112,22 )
5. Guaratinguetá (112.072 hab | 752 km² | PIB:  1.816,23)
6. Lorena (82.573 hab | 414 km² | PIB: 1.034,13 )
7. Piquete (14.107hab | 176 km² | PIB: 83,15 )
8. Potim (19.397 hab | 19.397 km² | PIB: 126,35 )
9. Roseira (9.599 hab | 131 km² | PIB: 166,24 )


Sub-região “Cruzeiro” (121.219 hab | 2.786 km² | PIB: 1.274,85 )
1. Arapeí (2.493 hab | 157 km² | PIB: 18,71 )
2. Areias (3.696 hab | 305 km² | PIB: 31,53 )
3. Bananal (10.223 hab | 616 km² | PIB: 77,17 )
4. Cruzeiro (77.039 hab | 306 km² | PIB: 951,84 )
5. Lavrinhas (6.590 hab | 167 km² | PIB: 49,40 )
6. Queluz (11.309 hab | 250 km² | PIB: 74,51 )
7. São José do Barreiro (4.077 hab | 571 km² | PIB: 31,14 )
8. Silveira (5.792 hab | 415 km² | PIB: 40,55 )

Sub-região “Litoral Norte” (2.264.594 hab | 16.181 km² | PIB: 52.010,22 )
1. Caraguatatuba (100.840 hab | 485 km² | PIB: 919,09 )
2. Ilhabela (28.196 hab | 348 km² | PIB: 263,55 )
3. São Sebastião (73.942 hab | 400 km² | PIB: 4.677,29 )
4. Ubatuba (78.801 hab | 711 km² | PIB: 723,52 )

* PIB em milhões de reais

Cartilha Traz Defesa Da Região Metropolitana Do Vale




Por iniciativa da Frente Parlamentar de Apoio aos Municípios do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira, será realizada uma audiência pública no dia em 10/6, a partir das 19h, para debater a criação de uma região metropolitana. A audiência pública acontecerá no auditório do Centro de Planejamento e Desenvolvimento da Educação (Ceplade), da Universidade do Vale do Paraíba (Univap), em São José dos Campos, ocasião em que será lançada uma cartilha sobre o tema.
“O evento vai ser um momento de compartilhar informações, debater propostas, tirar dúvidas e organizar a mobilização de todas as forças da região por um projeto de planejamento e desenvolvimento integrado dos municípios”, defende o 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado Carlinhos Almeida (PT), que integra a frente parlamentar formada também pelos deputados Afonso Lobato (PV) ” coordenador, Mozart Russomanno (PP), Luiz Carlos Gondim (PPS) e Said Murad (PSC).
Conforme Carlinhos Almeida, a cartilha apresenta dados que confirmam a urgência de se mudar a forma de organização regional, inclusive comparando este conjunto de cidades a outros que já são legalmente reconhecidos como regiões metropolitanas.


Fonte: Assembléia Legislativa de São Paulo